Dia D. Ou melhor, dia de Drummond. Será amanhã e a proposta é simples, apenas relembrar o que foi Carlos Drummond de Andrade e o que ele ainda é. Poeta que é poeta, nunca morre. Está sempre eternizado nas palavras, nos versos, nas estrofes, nas estórias. Confesso logo, não sou muito fã de poesia, não da poesia escrita. Também nem sei o porquê disso, não sei explicar. Mas veja, tem como não gostar de Drummond? Afinal, ele é ''o'' poeta Brasileiro que caiu nas graças das palavras e elas nas dele. Nunca vi casamento tão bem arranjado, viu? Não me lembro com exatidão quando a poesia de Drummond entrou na minha vida, só sei que foi por acaso e o poema também não lembro... Acho que foi "Desejos". Só sei que depois de conhecer um fragmento desse poeta, eu não parei mais. Foi admiração na certa e muitos outros encantamentos que se seguiram. Tem Drummond jornalista, arquivista, erótico, político, desenhista, poeta e até mesmo protetor dos animais. Sabia usar o ...