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Mostrando postagens de dezembro, 2015

Mulheres, dispam-se!

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Foi mais de uma vez. Eu lembro como se fosse hoje os recortes estáticos que tenho em minha cabeça como fotografias, que fiz questão de guardar em uma das gavetas da memória durante anos. E meu corpo foi crescendo, ganhando forma, volume. Os seios cresciam e eu me curvava, sentava na cadeira como se quisesse me esconder e dormia em posição fetal, chupando o dedo polegar da mão direita. Eu retornava para o útero todas as noites, era desproteção, era medo.  A progenitora, com quem dividi muitos dias de vida, era rude, precisa, atenta. Me disse algumas vezes algo sobre homens, seus perigos e de como tratavam meninas e mulheres que se sentavam de certa maneira, que tratavam de certos assuntos, que se comportavam de um jeito ou outro.  O homem que, pelo protocolo, eu deveria chamar de pai era mal falado, era culpado de abandono, tratava as mulheres como se fossem nada. Tratou-nos talvez como nada, eu e ela. Ela, a mulher mais forte e ao mesmo tempo submissa que conheci. Eu só f...

O amor não é cego!

O amor na verdade enxerga muito bem. Até faz uns exames e os médicos tentam arrumar algum diagnóstico, mas todos são falhos, porque de óculos ele não vê direito. Não precisa.  E tá mais que confirmado, amor não precisa de artifícios pra ver, não