desprenda-me dessa utopia
que de tão minha
se tornou eu
desprenda meus olhos
para que abram
para que vejam
os fatos
me obrigue a renascer
e a respirar o ar
do cruel mundo doce
fatídico, belo, finito
nem sempre preciso deles,
dos sonhos
quero hoje só deixa-los
todos
na estante
Vou ficar aqui tentando imaginar o que acontece com a vida real quando nossos sonhos ficam na estante.
ResponderExcluirComo eu faço pra assistir seu curta, meu bem? Beijos, boa semana!