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Mostrando postagens de outubro, 2014

Alojar-me-ando

Cata! Os pertences, todos, não são meus Acordo e vejo pluralidade, uma janela enorme Junto com ela me veio a soma Ou seria divisão? Agora não sou mais eu E precisamos ter cuidado com a concordância Precisamos ter cuidado com o "eu" Tem dias que quero matar uns caras Matar as amarras Ferir com garras Tem dia que o que mata enlaça E o que enlaça mata Tudo se mistura com café e leite O açúcar vira debate A luz acaba e montamos fogueira A vida é compartilhada Crianças nos faltam, as graças Sentimos falta Queremos ser acolhidos Queremos ser alocados, agregados, ocupados Alojados

Sobre ser árvore e motivações protetoras

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Não adianta me comprometer. Eu apareço aqui quando a vontade de compartilhar aperta... Preciso dizer que o turbilhão de sentimentos distintos parece não ir embora e, confesso, tenho achado isso tão.. fundamental. Pra minha existência e aprendizado diário. Tenho aprendido com o que sinto, com o que acho que sinto, com a forma que desvendo meus sentidos, com a forma que passo o que sinto para os outros. O crescimento através desse aprendizado tem sido constante e me remete a imagem de uma árvore, da semente que se transforma na grande e robusta árvore ou numa árvore não tão robusta, não interessa a métrica, árvores são sempre lindas e sempre vão me lembrar de crescimento.  E elas, as árvores, tem me feito companhia. Da minha janela vejo uma todos os dias; grande, cheia de folhas, que parece que está exatamente em frente ao meu quarto para me proteger, para me fazer companhia. Ah! E como é bom ter uma janela! Acreditam que esse era um sonho meu? E ele veio, junto com outras reali...