Mapa afetivo: o trajeto do educar
Dividimo-nos e partimos para lá e para cá. Tão fora do habito passar por um lugar e se demorar nos detalhes das paredes, da sarjeta, dos passantes… é uma busca que encontra e só sabe buscar. Fazíamos parte da paisagem. Não intervíamos nela. Pelo espaço labiríntico paredes nos cercavam, com uma estrutura semelhante ao de uma prisão. Me senti aprisionada. A energia infantil e juvenil, no entanto, floreava o percurso naquele espaço do educar. Meu coração pulsava a medida que me chegavam recordações, que eu me reconhecia naquele espaço, que eu pensava no sentido real que um lugar semelhante aquele teve nos meus dias. Escolas me fazem mergulhar em uma piscina de esperança. Me encho de vida e de respostas possíveis para a tal pergunta “será que o que eu faço serve pra alguma coisa?”. A pergunta que pode não ser exatamente assim, mas que surge todos os dias para que eu firme o meu pisar. O que aprisiona em um ambiente tão florido? Para que servem as grades? Como se faz a educa...