Entendendo esse post como um desabafado ou uma fala em sessão de terapia que conta com duas presenças: a da terapeuta e a da paciente. Eu. Prefiro acreditar que escrever um papiro digital seja melhor que escrever uma mensagem ríspida em aplicativo de conversa instantânea, indireta criativa ou choro um agoniado. Chorar é bom, eu gosto muito, mas não choro sempre mais, não é mais tão fácil e, sim, já foi fácil um dia, quase involuntário. Eu realmente não sei o tônus do meu incômodo nesse momento e o que o estimula. É difícil, é ridículo quase, porque eu sou insistente nos meus incômodos até conseguir entender e não que eu considere isso um hábito saudável para se ter consigo, mas é que eu prefiro cavar sempre, ocupar mesmo esse lugar de analista da minha própria vida. Contratei esse serviço de forma vitalícia e, mesmo sem nenhuma formação na área, me convenci de ocupar a cadeira máxima de analista de mim porque só eu conseguiria fazer isso do jeito que eu queria. E M S I M E S M A D ...