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Conta-se que no inicio, lá no início (se é que ele existe, vamos nos questionar o porque a seguir) existiam duas forças. Duas forças. Será?
Vamos utilizar os tão temidos números para entender-las.
Chama-se 0 a força pré dual, a que existe antes de 1 mas considera-se menos importante que ele, mesmo sendo graças a essa força que ele exista. 0 que cria. Subestimado 0, como as crianças e os velhos. 0 é mulher.
1 é homem, que é homem bem homem mas homem não dá pra ser. 1 é criador, pasmando-se sempre da sua burrice e excelência que o fez criar 2.
E depois de 2, começou a existir tudo que há, a infinita possibilidade de criações. Até 2 descobrir que abaixo de 0 ao infinito também se podia chegar, já que 0 é tão sujo que com a ajuda de um traço, o infinito ele recriou abaixo de seus pés, do lado oposto dos números positivos. 0 mordeu a maçã. O mal.
2 não é homem nem mulher. 2 é filhx, aprendiz, multiplicador/a, professor/a. confuso, teimosx, só ama pra odiar, jovem, nerd, x verdadeirx criador/a.
Num recorte muito específico no espaço-tempo que sabe-se 0 ou 1 ou 2 quanto tempo tem, resolvemos nos inclinar para uma cidade, com conhecidas pessoas que fumavam maconha (pelo menos grande maioria) e queriam gastar a onda, para observar que poderes reais eles vão nos mostrar. Por indicação dx próprix criador(a) viemos até aqui enquanto curiosos olhos auto biográficos desvendar esse mistério da/dá existência(?). <<<
Sabotagens a parte, nasceram as possibilidades. Positivas e negativas. Miscigenadas, de um lado só, de outro lado, imigrante, refugiada, escrava, visitante. Nasceu tudo que existe e não existe, a matéria, toda matéria, as coisas e as não-coisas.
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SALA SUNYATA
ResponderExcluirÓ, tábula rasa.
nove vezes nada, noves fora nada.
Sol nulo dos dias vãos. Lua nula das noites vãs.
Eis que atingi o ponto Nadir.
Se todas as coisas nos reduzem a
ZERO
é dai do
ZERO
que temos que partir.
(Waly Salomão)