sei bem o meu lugar no furacão. o olho, em boa companhia. somos todos transloucadas, extremamente lúcidas das divinas tetas que ora latejam de desejo ora encolhem de sofreguidão. seguimos o redemoinho que impera sobre nossas cabeças e chifres. vacas tem chifre? nós temos. mostramos o rabo, mostramos as marcas e estamos dispostas a mastigar quantas vezes forem possíveis, nós somos vacas que voam! a gente ganha o mundo no meio do furacão, a gente perde o sentido. e não tem pouso, porque quando acabar não vai restar mais nada. e nós estaremos lá, dispostas a amar de novo, com leite transbordando das tetas.
não deem asas as vacas, elas voam com o vento.
não deem asas as vacas, elas voam com o vento.
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