quinta-feira, 8 de março de 2012

Vida. O que fazer dela?

Pois é, talvez os estudos em filosofia tenham me afetado um pouco, tenho me feito muitas perguntas radicais. Falando a verdade, antes mesmo de saber que essa era uma carecterística do ato de filosofar, eu já fazia isso. Agora, justamente nesse período da minha vida, tenho me visto como uma filósofa de verdade, com discípulos e tudo. Isso tudo porque a vida resolveu me presentear com um monte de escolhas difíceis (existem escolhas fáceis?), no meu caminho - reto até então - surgiram algumas bifurcações e surpresas.
Está tudo muito complicado, minha gente... Mas é fato que essa fase chega pra todo mundo, até porque escolhas a gente faz desde o momento em que começamos a nos entender por gente. Há um momento, porém, que essas escolhas começam a afetar de maneira direta e irreversível nossa vida. Sim, porque estamos falando de tempo. Ele corre numa maratona sem fim e não espera. Seria ótimo se o tempo desse uma freadinha para que, pelo menos, pudéssemos pensar com calma sobre a faculdade que queremos fazer, a proposta de trabalho que nos fizeram e por aí segue. São tantos impasses e tensos, tantas as vezes que escolhemos errado por pressão e tantas outras vezes que só pensamos no memento, esquecemos de pensar a longo praso.
Eu bem que queria uma receita para aprender a ultilizar melhor o meu tempo, mas o que consegui aprender nesse meu "pouco" tempo de vida é que dar ouvido ao que dizem os de mais idade, é uma boa. De resto... É recorrer a religião (se você tem uma), é usar os exemplos de pessoas que passaram por situações parecidas, usar o coração e a cabeça, claro. E que venham as escolhas de sucesso! E que as má sucedidas sirvam de aprendizado, porque como já dizem por aí, persistir no erro é burrice.

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