Comecei a pensar em todas as vezes que me abracei a você no frio, das vezes que te vi como inspiração, escrevi cartas apaixonadas com adjetivos sinceros rodeando um desenho meio torto de criança. Já chorei por sua culpa tantas vezes, quase sempre me achando errada, estúpida. Você já me deu preocupações e, bem, talvez nunca saiba disso, nunca saiba que a ausência de sorrisos nas suas feições me incomodava mais do que qualquer coisa. Eu sinto falta de quando meu tom de voz, mesmo com muito esforço, continuava mais baixo que o seu e você tinha de curvar a cabeça ou se abaixar para me olhar. O mundo era tão grande e eu tão pequena para suportá-lo sem você.

Me parece que é natural que as coisas mudem para todos, mas com a gente precisava ser desse jeito?
Olá Thainá,
ResponderExcluiracho que esta é a primeira vez que passo por aqui, lhe encontrei através do "Blogosfera no facebook" e adorei passar por aqui e me deparar com um post tão belo e profundo... não se de fato você sentiu o que descreveu ou se é só um relato ficcional, mas independente disso, eu achei cada palavra carregada de sinceridade e beleza, ainda que seja uma beleza doída...
http://sublimeirrealidade.blogspot.com/
Que texto fofo, menina! O que seria de nós sem nossos pais, sem um colo pra correr quando o mundo estivesse desmoronando?
ResponderExcluirBeijos,
Monique <3
http://www.secretsofalittlegirl.com/
Acho que o mais doido de tudo é que a gente suporta. Suporta o mundo sem a pessoa e depois, numa próxima oportunidade, percebe que pode suportar muito mais coisas.
ResponderExcluirSentir falta é bom, mas também é parte de crescer pra vida. Sentir falta dói, mas é sempre fermento na nossa existência.
Um beijo, Thai.