quinta-feira, 12 de abril de 2018
da minha avó até a fio da existência
Existem linhas condutoras desse suspense da vida, desse embate da pesquisa. Será que Deus escreve certo por linhas tortas ou Deus ao invés de pregar, costurava as palavras? O meu Deus costura e não se chama Ele. Partindo das marcas da pele, descobre-se em algum lugar que já não mais é o que era, continua sendo. O nosso corpo são organismos orgânicos vivendo e morrendo a busca da civilização. Negar o animal, negar a semelhança de descascar a própria pele, de se armar contra o perigo, de matar o predador ou inimigo. Alguns se matam por medo e isso não é julgado, é reprimido, comprimido, anulado. Qual o paralelo entre viver e sair da selva? Sobreviver não conta como resposta, mas é pra onde vai o meu voto. Sobreviver é o que eu faço, desde o início da minha existência. Pesa, dói e quase sempre nisso que crio resistência, meu corpo se sente vivo depois da morte. toda vez. a pele não encobre a decência, ela nos conecta com a sobrevivência.
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