quarta-feira, 4 de outubro de 2017

e são que na verdade os dias que eu escrevo, é pra não esquecer do saber permanente da língua a promiscuidade que é viver a aprender. muito se fala e pouco som faz mas isso tudo é saber, dentro dos pequenos prazeres suculentos, o que se preza é sempre o coentro pra finalizar, o prato, decorado.
eu escrevo pra lembrar dos dias que viraram noites e eu escrevia pra esquecer todas as instintivas crises de chorar, ela no nada. eu parei de ser aquela, eu agora sou aquela e continua vindo a calhar.
é um fim meio indeciso esse que não acaba.

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